Usando o display OLED

Mais um dia de trabalho na “Black Math”… ainda não expliquei o que ela é exatamente, eu sei. Mas isso será remediado em breve. Por enquanto, criei o repositório e terminei de verificar o funcionamento do display OLED.

Sempre que o sujeito usa uma placa Arduino ou compatível, logo pensa na facilidade de usar as bibliotecas prontas… hardware pronto… e por aí vai. Isso quase sempre é verdade.

No meu caso, escolhi uma Wemos D1 R2, principalmente porque a sinalização é feita em 3,3V e não tínhamos à mão nenhum outro Arduino que não operasse a 5V. A rede Wi-Fi integrada do ESP8266 também é muito bem-vinda.

A Black Math poderá ser usada isoladamente ou como um “shield” para Arduinos, e é justamente aí que entra a Wemos D1. Mas como o fornecedor chinês ainda não entregou o primeiro lote, adiantei o projeto e testei a biblioteca do display OLED.

O modelo “128×32” é daqueles bem genéricos, comprados no AliExpress por U$ 2,00. DOIS DÓLARES! E como nada na vida é de graça, fiquei muito preocupado com o tempo que levaria para adaptar uma biblioteca qualquer.

O primeiro teste não foi dos mais promissores: a biblioteca u8glib, modificada para Arduino, simplesmente mostrou uma tela preta. E como a capacidade de depuração dessa plataforma é… digamos… err… minha mãe dizia que se não pudesse falar bem de uma pessoa, melhor não falar nada. Então, a capacidade de depuração dessa plataforma é nada. Continuando: na dúvida, baixei o i2c_scanner do autor desconhecido e, para meu alívio, havia um dispositivo no endereço 0x3C.

Próximo passo: procurar outra biblioteca. Dificilmente você é o primeiro a encontrar um problema, ainda mais em uma plataforma tão utilizada quanto o Arduino, mas não encontrei muitas fotos com displays parecidos, então, tive que apelar para similares.

A Sparkfun tem um modelo OLED de 64×48 pixels que parecia promissor, com o código-fonte da biblioteca está disponível no GitHub.

Para encurtar a história de uma longa tarde de depuração adivinhação trabalho no código, vejam o resultado:

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Dá para ler “Black Math”?

Fotografar displays, especialmente OLED, não é tão fácil quanto apontar-e-apertar, infelizmente…

O código está disponível no repositório, assim como os arquivos da placa. Infelizmente, apenas no formato Altium Designer. A primeira versão foi feita no DesignSpark PCB, que, aliás, é uma ferramenta muito boa, se levarmos em consideração ser gratuita. Mas não havia ninguém que pudesse “rotear” a placa usando aquele programa…

 

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Black Math

Para deixar registrado, como um “Diário do Capitão”: estamos projetando uma placa de baixo custo para desenvolvimento de processamento digital de sinais.

Para simplificar tudo, a ideia é que funcione tanto autonomamente quanto acoplada a uma placa do tipo “Arduino”, aparecendo como um “shield”.

Os detalhes virão depois, este artigo é apenas para testar as capacidades de visualização tridimensional do modelo exportado:

https://www.3dvieweronline.com/members/Ide85d66c6a4f01b134218e39c3bda435f/RqiJEoeqJmWUtMx

Hum… não funcionou como deveria:

pcb1

 

A new hope

Este artigo serve apenas para marcar essa nova “roupagem” do site.

Eu precisava, mesmo, apenas do domínio e do endereço de email. Daí fiz o registro no GoDaddy, pelo menor valor possível… e esqueci que não poderia redirecionar emails (ou mesmo recebê-los) sem pagar algo a mais. Como a ideia é economizar, saí à procura de algo mais em conta (leia-se: gratuito).

Um dos primeiros links que encontrei foi o improveMX. O site é extremamente simples, franciscano mesmo. Mostra as instruções de como redirecionar emails do seu domínio para uma outra conta, usando o registro “MX” do servidor de DNS.

Simples? Muito.

Funciona? Claro.

É seguro? Bem… quem procura pelo mais barato, não pode se dar ao luxo de ter uma segurança à prova da NSA. Mas, por via das dúvidas, não escreva nada muito comprometedor em um email que será redirecionado através de servidores desconhecidos.